Durante a Trezena de Santo Antônio, em cada celebração (duas diárias) o Pároco Pe. Nildo Moura de Melo-OSFS, contou com o apoio e serviço dos Ministros Ext. da Sagrada Comunhão para ajudar na distribuição da Hóstia Consagrada a centenas de fiéis que perseveraram e participaram de cada missa. Indicados pelas comunidades, aceitos pelo pároco, aprovados pelo bispo, os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão têm a missão de servir Jesus, levar o Cristo a todas as pessoas impossibilitadas de irem até a Igreja, os enfermos, deficientes que não conseguem locomover-se. Tem a missão de auxiliar na missa, quando o público é numeroso. É chamado para realizar as exéquias quando o sacerdote está impossibilitado de comparecer, enfim, tem várias atividades que auxiliam a caminhada da vida cristã na comunidade.
“O Ministério Extraordinário da Santa Comunhão nasceu depois do Concílio Vaticano II pela necessidade de apoio aos ministros ordinários (bispos, presbíteros e diáconos) na missão tão ampla de evangelização, como faziam as primeiras comunidades cristãs (At 6, 3). O Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão é um leigo ou leiga a quem é dada a permissão, temporária ou permanente, de distribuir a comunhão aos fiéis na missa e em outras circunstâncias, tendo também outras funções”, como: distribuição da comunhão na missa, distribuição da comunhão fora da missa, aos doentes ou outras pessoas que com razão o solicitem, administração do viático, exposição do Santíssimo Sacramento para adoração dos fiéis (mas não a bênção com o mesmo), em situações específicas, presidir a Celebração da Palavra, onde não houver sacerdote.
Segundo a carta Redemptionis Sacramentum, da Santa Sé, o ministro é um extraordinário da sagrada comunhão. Ministro da Eucaristia só se refere ao sacerdote em razão da ordenação. Os ministros ordinários da sagrada comunhão são o bispo, o presbítero e o diácono.
Um SERVIR voluntário, edificante e gratificante, onde todos os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão procuram viver os ensinamentos de Cristo, com humildade, obediencia, sabedoria e amor. Levar o Cristo, segurar Jesus é uma graça, uma benção que deve ser vivida com retidão, respeito e fé.