QUALIDADE EM PRIMEIRO LUGAR
Postado por Sandra Franciscatto, 11/08/2011


 

QUALIDADE EM PRIMEIRO LUGAR

TORNE SUA PARÓQUIA UMA REFERÊNCIA NO ATENDIMENTO PERSONALIZADO

Por Pe. José Carlos Pereira, CP


A secretaria paroquial é a porta de acesso à paróquia e, por esse motivo, deve ser o lugar onde o atendimento deve ser exemplar. Pessoas que não são bem atendidas na secretaria paroquial levam uma péssima imagem da paróquia e podem não retornar. Assim sendo, proponho aqui, de modo breve, alguns tópicos para reflexão e avaliação do atendimento que é dado na secretaria, tendo em conta três tipos de atendimento: Direto, Indireto e subliminar.

Devemos conhecer bem estas três modalidades de atendimento e procurar exercê-las com qualidade, de modo que deixem de ser simples atendimento para se tornarem acolhimento. Uma paróquia que se limita a atender as pessoas sem acolhê-las, como se fossem meros clientes, não cumpre a sua missão de evangelizar. Pior ainda é quando, por falta de preparo, ou por outros motivos, esse atendimento é sem qualidade, fazendo com que as pessoas saiam insatisfeitas e até revoltados com a Igreja. Assim sendo, as pessoas que atendem na secretaria paroquial devem ter algum tipo de preparo para estar nesta função. À vista disto, traço aqui um esquema que pode ajudar nesta preparação das atendentes da secretaria paroquial, de modo que elas tenham uma boa prática.


  1. ATENDIMENTO DIRETO

Como o próprio nome já diz, é aquele tipo de atendimento feito diretamente com a pessoa, cara a cara. É o atendimento feito no balcão do expediente paroquial. Esse tipo de atendimento exige uma série de cuidados que devem ser levados em conta se queremos que ele seja eficaz e se torne um ato de acolher o outro.

PROCEDIMENTOS QUE QUALIFICAM O ATENDIMENTO DIRETO:

  • Não deixar as pessoas esperando por muito tempo;

  • Chegar sempre na hora certa;

  • Dar informações corretas e completas;

  • Usar sempre de cortesia, sendo educados com todos;

  • Manter sempre um visual adequado ao ambiente de trabalho;

  • Cuidar do vocabulário ao atender as pessoas, não usando palavras que possam ofender ou constranger as pessoas;

  • Saber ouvir. Ouça mais e fale menos. Fale o necessário.

  • Ser uma pessoa emocionalmente equilibrada, não se descontrolando diante de provocações, ou do descontrole de outros;

  • Seja uma pessoa organizada, deixando cada coisa no seu lugar no ambiente de trabalho, inclusive a mesa, os armários e os arquivos;

  • Tenha sempre a mão à agenda paroquial e pessoal.


PROCEDIMENTOS QUE DESQUALIFICAM O ATENDIMENTO DIRETO:

  • Chegar atrasado no local de trabalho;

  • Sair sem dar nenhum tipo de satisfação;

  • Deixar a pessoa esperando por muito tempo;

  • Deixar que a pessoa saia sem uma resposta , com informações erradas ou incompletas;

  • Ser indelicado com as pessoas, como, por exemplo, usar de grosserias, tratá-las com indiferença ou ignorá-las, falar muito alto ou fazer críticas a terceiros;

  • Dar ouvidos a fofocas e conversas banais;

  • Atender sem olhar para a pessoa atendida;

  • Atender mascando chiclete ou comendo alguma coisa;

  • Bocejar enquanto está atendendo;

  • Fazer outra coisa enquanto atende;

  • Fazer perguntas indiscretas.


  1. ATENDIMENTO INDIRETO

É aquele tipo de atendimento em que você não está frente a frente com a pessoa, mas interagindo com ela por meio de um instrumento, como é o caso do telefone, da internet e das correspondências. Essa modalidade de atendimento requer outros tipos de cuidados mais específicos , que não podem passar despercebidos pela pessoa que atende na secretaria paroquial.


PROCEDIMENTOS QUE QUALIFICAM O ATENDIMENTO INDIRETO:

  • Atender ao telefone no primeiro ou segundo toque e dizer de imediato o nome da paróquia, seu nome e a saudação (bom dia ou boa tarde)

  • Ser objetivo nas informações;

  • Procure deixar a linha desocupada a maior parte do tempo;

  • Seja amável com as pessoas, tratando-as com educação e gentileza;

  • Ao enviar um faz, coloque um cabeçalho com as devidas identificações e informações;

  • Responda imediatamente os e-mails e outros tipos de correspondências que forem relevantes;

  • Assine as correspondências que forem de sua competência;

  • Na sua ausência, quando não houver ninguém para atender ao telefone, acione a secretária eletrônica.


PROCEDIMENTOS QUE DESQUALIFICAM O ATENDIMENTO INDIRETO:

  • Deixar o telefone tocar muitas vezes antes de atender;

  • Atender ao telefone com voz de quem está de mau humor, ou com um “oi”, sem se identificar;

  • Se alongar em conversas ao telefone;

  • Deixar a linha telefônica ocupada por muito tempo, ou fora do gancho;

  • Atender o celular enquanto está ao telefone fixo, principalmente se o celular for particular;

  • Enviar fax, e-mail ou qualquer outro tipo de correspondência sem identificação, ou com informações incompletas;

  • Não responder os contatos;

  • Passar informações restritas à paróquia ou confidenciais;

  • Usar webcam no ambiente de trabalho:


  1. ATENDIMENTO SUBLIMINAR

É o tipo de atendimento que se dá por intermédio de alguma postura, situação ou conjunto de fatos que não necessariamente se configura numa relação direta, imediata, entre um emissor e um receptor. Ele está presente nas duas modalidades de atendimentos supracitadas e requer, para sua eficácia, alguns cuidados.


PROCEDIMENTOS QUE QUALIFICAM O ATENDIMENTO SUBLIMINAR:

  • Ter sintonia com a vida conjuntural da paróquia para poder responder as suas demandas com eficiência;

  • Passar controle da situação, passar segurança;

  • Cuidar da postura do corpo e de suas partes (braços, pernas, cabeça, etc.)

  • Olhar para a pessoa enquanto fala com ela;

  • Sempre se levantar para atender as pessoas;

  • Criar um ambiente favorável, onde ocorra uma empatia entre quem atende e quem é atendido;

  • Fazer perguntas diretas, com tonalidade de voz suave e tranquila. Fazer com que sua voz transmita tranquilidade e segurança, porém com firmeza e objetividade;

  • Driblar o mau humor com racionalidade e pensar antes de dizer qualquer coisa;

  • Usar mais o pronome pessoal “nós” que o “eu”;

  • Considerar a faixa etária das pessoas atendidas e não fazer discriminação de pessoas;

  • Organizar um quadro ou mural com as informações de interesse da comunidade;

  • Ser coerente com aquilo que diz e o que faz, participar da comunidade, ter vida de oração;

  • Usar sempre a agenda para evitar esquecimentos;


PROCEDIMENTOS QUE DESQUALIFICAM O ATENDIMENTO SUBLIMINAR:

  • Estar por fora da vida pastoral da paróquia;

  • Ao falar para um grupo, olhar apenas para uma pessoa e ignorar as demais;

  • Atender as pessoas sem se levantar do lugar ou sem deixar de fazer o que estava fazendo;

  • Ficar sempre na defensiva diante de perguntas e questionamentos;

  • Falar muito alto ou rir de modo exagerado;

  • Se alongar em conversas desnecessárias;

  • Demonstrar frieza e desinteresse no atendimento;

  • Usar cacoetes, vícios e apoio de linguagem;

  • Demonstrar ares de superioridade;

  • Discutir em público;

  • Descuidar da aparência, usando roupas inadequadas ou mal cuidadas, bem como não cuidar da higiene pessoal;

  • Descuidar da limpeza do local de trabalho;

  • Usar fone de ouvido no ambiente de trabalho;

  • Demonstrar descrença;

  • Demonstrar insatisfação com o trabalho, a paróquia e o padre;

  • Ser uma pessoa indiscreta;

  • Não saber administrar o tempo e o espaço.


Aqui estão algumas práticas que, se cuidadas, poderão fazer a diferença na secretaria paroquial como um espaço de atendimento. Além destas há muitas outras que poderão ser encontradas no livro “Atendimento Paroquial”, publicado pela Editora Vozes. Cada um desses apontamentos se desdobra em outros que poderão aperfeiçoar ainda mais o acolhimento de sua paróquia. Vale a pela investir nestes detalhes porque eles determinam uma conjuntura pastoral.


Material extraído da Revista “Paróquias & Casas Religiosas”

(ANO 6 – Nº 31 – JULHO/AGOSTO 2011)


 

     



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CURSO DE FORMAÇÃO PARA CERIMONIÁRIOS
Postado por Bispo Antonio Carlos, 02/06/2011



1o CURSO FE FORMAÇÃO PARA CERIMONIÁRIOS



Diocese de Frederico Westphalen

Local: Catedral Diocesana Santo Antonio

Frederico Westphalen

Dias

25 de junho, a partir das 18,00 h.

26 de junho, das 09,00 às 19,00 h.

Santa Missa de Compromisso: 19,00 h.


Inscrições na Secretaria das Paróquias


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HISTÓRIA E ORIGEM DO(a) SECRETÁRIO(a)
Postado por Sandra Franciscatto, 01/04/2011


 

HISTÓRIA E ORIGEM DO(a) SECRETÁRIO(a)

Origem da palavra Secretário

Segundo estudiosos, a palavra "secretário" tem origem no latim e deriva dos seguintes termos:

Secretarium - lugar retirado;

Secretum - lugar retirado, retiro;

Secreta - particular, segredo.

Os primeiros registros da profissão de secretário datam dos tempos dos faraós, quando era exercida pelo sexo masculino, na figura dos escribas.

Grécia antiga, eles constituíam espécie de confraria de letrados, privilegiada: uma casta hereditária.

Durante a Idade Média a função do secretário praticamente desaparece, em face das condições políticas, econômicas e sociais.

A função será exercida apenas, em parte, pelos monges nos mosteiros que, na realidade, não são exatamente secretários, mas, sim, copistas.

Com a Revolução Industrial, volta a aparecer a função de secretário e, após as duas guerras mundiais, por falta de mão-de-obra masculina, houve o surgimento da figura feminina bastante atuante na área, na Europa e nos Estados Unidos.

Na Idade Moderna, com o ressurgir do comércio, a necessidade da função do secretário reaparece. Integra-se, mais tarde, à estrutura organizacional das empresas e permanece em evolução até os nossos dias.

Durante a segunda fase da Revolução Industrial (fase esta iniciada em 1860), Christopher Sholes inventou um tipo de máquina de escrever. Sua filha - Lilian Sholes - testou tal invento, tornando-se a primeira mulher a escrever numa máquina, em público.

Lilian Sholes nasceu em 30 de setembro de 1850. Por ocasião do centenário de seu nascimento, as empresas fabricantes de máquinas de escrever fizeram diversas comemorações. Entre elas, concursos para escolher a melhor datilógrafa.

Tais concursos alcançaram sucesso, passando a repetir-se anualmente, a cada 30 de setembro. Como muitas secretárias participavam, o dia passou a ser conhecido como o "Dia dos(as) Secretários(as)".

Com o surgimento das associações da classe de secretários do Brasil, apareceram os movimentos para o reconhecimento da profissão.

Das atividades das associações, uma das conseqüências foi a divulgação e popularização do dia 30 de setembro como sendo o "Dia do(a) Secretário(a)".

No Brasil, a mulher surge como secretária na década de 50.

Nessa mesma época, houve a implantação de cursos voltados para a área como, por exemplo, datilografia e técnico em secretariado.

Em alguns Estados brasileiros o dia foi oficialmente reconhecido. Em São Paulo, por exemplo, a lei nº 1.421, de 26/10/1977, reconhece e oficializa 30 de setembro como o "Dia do(a) Secretário(a)".

Há também o "Dia Internacional do(a) Secretário(a)", que é comemorado na última 4ª feira do mês de abril.

E você Secretário(a), qual sua atitude neste dia?

Primeiro - Faça dele um dia de reflexão, de auto-análise pessoal e profissional.

Ser secretário(a), hoje, é optar por uma profissão.

É gostar do que se faz.

É investir no crescimento e na harmonia pessoal e profissional.

É ter consciência de seu importante papel de agente de mudança e da atuação como assessor e agente facilitador.

O Secretário exerce a eficiência. Ele tem consigo dados confidenciais. Usando confiança, ordem e paciência, o secretário(a) faz um trabalho eficaz!

Entre funções importantes, os dos secretários são especiais. Seus planejamentos são relevantes. Pois descuidos se fazem prejudiciais.

O(a) Secretário(a) possui personalidade. Nota-se, em suas iniciativas, a firmeza.

O(a) secretário(a) é alguém que deve gerar harmonia em toda a organização.

Deve apaziguar conflitos entre departamentos e gerar sinergia conciliando idéias diversas.

Já foi o tempo que secretário(as) anotavam recados e barravam telefonas indesejados, hoje ele(a) exerce função estratégica dentro de uma organização e é também responsável direto(a) pelo sucesso organizacional.

O secretário(a) de hoje deve ser um elo organizacional, promovendo harmonia entre departamentos e fazendo fluir a boa notícia na empresa e não promovendo fofocas e picuinhas.

São Jerônimo é o Santo protetor dos(as) Secretários(as). Ele foi secretário do Papa Dâmaso, que governou a Igreja Católica de 367 a 384 e seu dia é 30/09.

 

  

 


Oração Dos(as) Secretários(as)

Senhor, diante de ti, que és o criador e a fonte maravilhosa de todos os dons, quero agradecer-te pelo meu trabalho e a função de secretário(a).

Eu te ofereço a minha árdua tarefa, no compromisso pessoal e profissional de ser prestativo(a) e generoso(a), acolher e servir com alegria, saber falar e saber ouvir, perdoar e pedir perdão, atuar com integridade e sinceridade, ter paciência e equilíbrio diante dos impasses, ser compreensivo(a) e solidário(a), esforçando-me por manter o bom relacionamento e o bem-estar comum.

Às vezes, Mestre, sinto-me frágil, pequeno(a) e, até mesmo, inseguro(a) para tomar decisões que competem à minha função. Mas tu me conheces profundamente, sabes de todas as minhas intenções.

Por isso, peço-te que me inspires e me orientes, dando-me sabedoria e serenidade. Ilumina-me, para cumprir meu trabalho com dignidade e exercer minhas atividades com segurança e alegria.

Senhor! Que além de funcionário(a), eu seja também colaborador(a), companheiro(a) e amigo(a) de todos, sem distinção.

Obrigada, Senhor, pelo meu trabalho, pelo pão de cada dia, pela minha vocação de servir e colaborar. Amém.”

DICAS IMPORTANTES

1- Seja honesto em qualquer situação.

2- Nunca faça algo que você não possa assumir em público.

3- Pontualidade vale ouro. Se você sempre se atrasar, será considerado indigno de confiança e pode perder boas oportunidades.

4- Evite criticar os demais ou culpar outros pelas costas. Se tiver de corrigir ou repreender alguém, faça-o em particular, cara a cara.

5- Ofereça apoio aos colegas/amigos. Se souber que alguém está passando por dificuldades, espere que ele mencione o assunto e ouça-o com atenção.

6- Faça o que disse e prometeu. Quebrar promessas é imperdoável.

7- Aja de acordo com seus princípios e assuma suas decisões, mesmo que isso implique ficar contra a maioria.

8- Ao falar ao telefone, você é julgado pela dicção, capacidade deO Secretário exerce a eficiência. Ele tem consigo dados confidenciais. Usando confiança, ordem e paciência, o secretário(a) faz um trabalho eficaz!

articular pensamentos e por tratar os outros com cortesia ou não articular pensamentos e por tratar os outros com cortesia ou não. A voz deve ser alegre, clara, calorosa e em bom-tom – nem alta nem baixa demais.

9- Se estiver ocupado, não tenha medo de interromper a conversa. Diga que não pode falar e que ligará em seguida. Não se esqueça de retornar a ligação.

10- O mais importante é nunca, mas nunca mesmo, escrever algo que possa constrangê-lo depois. “Evite intimidades e só escreva em um e-mail aquilo que você falaria pessoalmente para a pessoa”.





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Proposta do logotipo da PAS
Postado por Pe Leandro, 24/10/2010


Esta é a proposta do logotipo da Pastoral do Adolescente: PAS

Nesta imagem queremos resumir os principais objetivos e linhas de ação da “PAS”.

A cruz no centro do logotipo, significa que Cristo está no centro de nossas vidas.

A Eucaristia e Maria estão na base do logo tipo.

  • Maria, a esquerda da Cruz, aos pés de Jesus: significa que Nossa Senhora é nosso modelo e protetora no seguimento de Cristo.
  • A Eucaristia, simbolizada pelo cálice, está colocada aos pés da Cruz embaixo do costado aberto de Nosso Senhor, do qual saiu sangue e água.

No alto temos a figura de um jovem que representa duas coisas: a oração e a confissão. Ao lado se encontra um báculo que também tem um duplo significado: O serviço a Igreja e o apostolado.

Aceitamos comentários e novas propostas.



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Estatuto da Coordenação Diocesana de Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos da Diocese de Frederico Westphalen (RS)
Postado por Bispo Antonio Carlos, 16/09/2010


Estatutos da Coordenação Diocesana de Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos
Diocese de Frederico Westphalen (RS)
 
Capítulo I  
DEFINIÇÃO E NATUREZA
Art. 1 A Coordenação Diocesana de Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos (CDCCA) tem a finalidade de promover e apoiar o exercício do serviço dos Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos das Paróquias e das Capelas da Diocese de Frederico Westphalen (RS), segundo as normas do Direito e as orientações oficiais da Igreja, em relação ao serviço litúrgico dos Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos.
Art. 2 A CDCCA desempenha junto das Coordenações Paroquiais uma função de orientação e animação, devendo articular essa função cuidando da formação dos animadores dos Grupos, orientando a organização dos diversos Grupos nas Paróquias e Capelas, oferecendo material de formação para os mesmos Grupos, além de organizar atividades comuns entre os Grupos de toda a Diocese, com finalidades diversas.
Art. 3 Este Serviço procura estar em estreita relação com a Equipe Diocesana de Liturgia e com as organizações nacionais e internacionais congêneres.
Capítulo II
OBJETIVOS E ATRIBUIÇÕES
Art. 4 A CDCCA propõe-se realizar uma atividade formadora e dinamizadora em tudo o que se relaciona com o serviço prestado pelas crianças, adolescentes e jovens nas Celebrações Litúrgicas. Assim, cabe à CDCCA:
§ 1 Publicar documentos oficiais sobre o exercício deste serviço na Diocese.
§ 2 Incentivar a criação dos diversos Grupos nas Paróquias e Capelas.
§ 3 Promover encontros de Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos e de seus formadores.
§ 4 Utilizar os meios de comunicação social no desempenho das suas atividades.
§ 5 Organizar a Romaria Diocesana Anual dos Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos, bem como outras atividades, com a participação de Coroinhas, Cerimoniários, Acólitos, Ministrantes, etc. de outras Dioceses.
Capítulo III
COMPOSIÇÃO
Art. 5 A CDCCA é composta por um(a) Coordenador(a) Diocesano(a), um ou mais Padres Assessores, por membros natos e membros designados.
§ 1 Os Padres Assessores são nomeados pelo Bispo Diocesano, entre os padres da Diocese de Frederico Westphalen.
§ 2 São membros natos da Coordenação Diocesana um representante de cada Área Pastoral da Diocese de Frederico Westphalen, indicados pelos Coordenadores dos Grupos de Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos das Paróquias que compõem a respectiva Área Pastoral. Entre estes representantes é eleito(a) o(a) Coordenador(a) Diocesano(a), que assume pelo período de quatro anos, com a possibilidade de uma reeleição.
§ 3 São membros designados as pessoas que o Bispo Diocesano nomear para a Coordenação Diocesana de Coroinhas.
§ 4 Anualmente, a CDCCA deve organizar uma Reunião Plenária, com todos os Coordenadores dos Grupos de Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos de todas as Paróquias da Diocese de Frederico Westphalen.
 Capítulo IV
COMPETÊNCIAS E FUNÇÕES
Art. 6 Compete ao(à) Coordenador(a) da Coordenação Diocesana de Coroinhas:
§ 1 Convocar e presidir a todas as reuniões da CDCCA e elaborar as respectivas agendas.
§ 2 Escolher, por um período de quatro anos, dois elementos da CDCCA, para constituírem com ele(a) e os Padres Assessores, o Corpo Diretivo, atribuindo-lhe as funções de Vice-Coordenador(a) e Secretário(a).
§ 3 Convocar as Reuniões Ordinárias e extra-Ordinárias da CDCCA, ouvido o Corpo Diretivo.
Art. 7 No impedimento do(a) Coordenador(a), o Vice-Coordenador(a) exercerá as funções e competências do(a) Coordenador(a), até que o Bispo Diocesano decida de outra forma.
Art. 8 Compete ao(à) Secretário(a) da CDCCA:
§ 1 Enviar as convocatórias e as agendas das reuniões, segundo as orientações do(a) Coordenador(a).
§ 2 Elaborar as atas das referidas reuniões.
Art. 9 Compete ao Corpo Diretivo da CDCCA:  
§ 1 Planificar, coordenar e dinamizar as ações e realizações da Coordenação Diocesana;
§ 2 Submeter as suas propostas à apreciação do Bispo Diocesano e da Equipe Diocesana de Liturgia;
§ 3 Constituir grupos específicos de trabalho sob a orientação de um membro do Corpo Diretivo e integrado por pessoas competentes que podem não pertencer à Coordenação Diocesana.
Art. 10 Compete aos Coordenadores dos Grupos de Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos:
§ 1 Participar na Reunião Plenária Anual, bem como em qualquer reunião extraordinária devidamente convocada;
§ 2 Apresentar sugestões e críticas no sentido de um melhor funcionamento da CDCCA e do prosseguimento dos seus objetivos;
§ 3 Ter voto consultivo sobre as propostas do Corpo Diretivo e da Coordenação Diocesana;
§ 4 Dar cumprimento às orientações dos mesmos.
Capítulo V
FUNCIONAMENTO
Art. 11 O Corpo Diretivo reúne-se quatro vezes por ano, uma vez em cada trimestre.
Art. 12 A CDCCA reúne-se ordinariamente duas vezes por ano, podendo reunir-se extraordinariamente sempre que o(a) Coordenador(a) Diocesano(a) considere oportuno convocá-lo ou a pedido de dois terços dos seus membros, ou a qualquer tempo, por convocação do Bispo Diocesano.
Artigo 13 Os Coordenadores dos Grupos de Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos reúnem-se uma vez ao ano, podendo reunir-se extraordinariamente sempre que forem convocados.
Capitulo VI
PADROEIROS DOS COROINHAS DA DIOCESE DE FREDERICO WESTPHALEN
Art. 14 Ficam designados como Padroeiros oficiais dos Coroinhas, dos Cerimoniários, Acólitos e dos Mestres de Cerimônias da Catedral Diocesana de Santo Antonio, da Diocese de Frederico Westphalen, os bem-aventurados Padre Manuel Gómez Gonzáles e o Coroinha Adílio Daronch.
Capítulo VII
ESTATUTO DOS GRUPOS DE COROINHAS
Art. 15 Os Grupos de Coroinhas, Cerimoniários e Acólitos da Diocese de Frederico Westphalen terão um ESTATUTO modelo, aprovado pelo Bispo Diocesano, para garantir a unidade de objetivos, de finalidades, de formação e de atuação.
 
Dado e passado em nossa Cúria Diocesana de Frederico Westphalen, aos 13 de setembro de 2010.
 
 
                             + Antonio Carlos Rossi Keller
                             Bispo de Frederico Westphalen


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Aos Católicos
Postado por Bispo Antonio Carlos, 14/09/2010


Católicos do Brasil
 
O tempo urge!
Aproximam-se as eleições, através das quais indicaremos nossos governantes (o Presidente da República e os Governadores dos Estados) e nossos representantes para o Congresso Nacional (Senado e Câmara de Deputados).
Vivemos tempos dramáticos.
Entre tantos candidatos e candidatas, de forma democrática, apresentam-se aqueles e aquelas que se propõem a defender valores e pseudo-direitos que contrariam as tradições mais enraizadas do nosso povo, que aprendeu do Evangelho pregado pela Igreja o respeito à vida e às leis de Deus.
Princípios absolutamente contrários à nossa tradição de cristãos são apresentados como “direitos”: entre tantos outros, o direito de matar através do aborto, eufemisticamente chamado de “direito de interromper a gravidez”; o direito de ter reconhecida pela sociedade civil a união estável entre pessoas do mesmo sexo, e tantos mais.
Nós, católicos, constituímos a maioria da população brasileira.
E como tal, temos um direito inalienável: o de manifestar nossa opinião contrária, através do voto democrático, a tudo aquilo que contrarie os valores e princípios fundamentais de nossa fé, bem como aqueles que se propõem a destruir as bases da sociedade, como por exemplo, a família.
Talvez, nunca como neste momento histórico, foi tão necessário unir a fé à vida, demonstrar a coerência de nossas opções políticas com a fé que ilumina nossa vida! 
Vivemos tempos de confusão.
Alguns partidos, com clareza meridiana, apresentam em seus programas princípios contrários à nossa fé. Portanto, coerentemente, seus candidatos e candidatas não podem receber nossos votos.
Outros partidos não são claros em relação a isto, e assim, será necessário saber, responsavelmente, o que pensam e propõem seus candidatos em relação a estes temas.
Ou seja, há um trabalho árduo pela frente.
Como católicos integrados à sociedade civil, somos responsáveis em escolher aqueles e aquelas que possam de verdade nos representar, seja apresentando e votando projetos de leis que expressem nossas opiniões e valores, seja governando nosso país e nossos estados com decência e dignidade, promovendo a vida em todos os seus aspectos.
Este trabalho árduo deve ser acompanhado muito especialmente, neste momento, pela nossa oração, suplicando ao Deus da Vida que nos ilumine em nossas escolhas.
Muito especialmente, confiemos à intercessão materna de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, o nosso País e seu destino.
É hora de rezar pelo Brasil, para fazermos bem nossas escolhas.
Deus nos abençoe a todos, e nos faça votar com responsabilidade e coerência.
 
Dom Antonio Carlos Rossi Keller
Bispo de Frederico Westphalen (RS)
 


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Padroeiros dos Coroinhas, Cerimoniários, Acólitos e Mestres de Cerimônias da Diocese de Frederico Westphalen
Postado por Bispo Antonio Carlos, 14/09/2010


Beatos Mártires Pe. Manuel Gomez Gonzalez e coroinha Adílio Daronch
Diocese de Frederico Westphalen (RS)
 
 
Biografias, história do martírio e informações
Há mais de oitenta anos, no sertão do Alto Uruguai, região norte do Estado do Rio Grande do Sul, dava-se um crime bárbaro: Pe. Manuel Gómez González e seu coroinha Adílio Daronch eram assassinados com requerentes de crueldade. Este tempo não foi suficiente para apagar da memória popular o exemplo de coragem, profetismo e espírito missionário dos Mártires do Alto Uruguai.
 Pe. Manuel Gomez Gonzalez, filho de José e Josefa, nasceu em 29 de maio de 1877, em São José de Ribarteme, Diocese de Tuy, na Espanha. Recebeu o batismo no dia seguinte. Seu sonho de menino de ser padre realizou-o em 24 de maio de 1902.
Em 1904, depois de exercer seu ministério sacerdotal em sua terra natal, passou para a Arquidiocese de Braga, Portugal, onde foi pároco das Paróquias Nossa Senhora do Extremo (1905-1911), e de Santo André e São Miguel de Taias e Barrocas (1911-1913).
Em 1913, devido à perseguição religiosa à Igreja Católica Portuguesa, obteve licença para vir ao Brasil. Chegando ao Brasil, apresenta-se ao Bispo de Rio de Janeiro e é encaminhado ao Bispo de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que o nomeia pároco de Soledade - RS em 23 de janeiro de 1914.
Há 29 de dezembro de 1915 é nomeado pároco da Paróquia de Nonoai, região norte do estado. Em Nonoai desempenhou sua missão evangelizando seu povo com esmero e dedicação até 1924.
No exercício de seu ministério em Nonoai se cruzam os caminhos de Pe. Manuel e de Adílio Daronch, outro jovem mártir. Adílio nasceu no dia 25 de outubro de 1908, em Dona Francisca, Município de Cachoeira do Sul – RS. Seus pais, Pedro Daronch e Judite Segabinazzi, tinham 08 filhos: Ermínia, Abílio, Adílio, Zulmira, Anita, Carmelinda, João e Vilma. Em 1911, a família transferiu-se para Passo Fundo e, em 1913, para Nonoai. Fazia parte do grupo de adolescentes que acompanhavam o Pe. Manuel em visita às comunidades do interior, inclusive a dos índios Kaingang. Além de servir o Altar, Adílio e outros colegas, eram alunos da escola pelo padre fundada e dos quais era também professor.
Pe. Manuel sabia do perigo que enfrentava. Não foi nada fácil como ele próprio expressa numa de suas cartas, datada há 11 de janeiro de 1916, a Dom Miguel Lima Verde, bispo de Santa Maria: "Com bastante dificuldade terei que lutar, mas tudo desaparecerá com a ajuda de Deus"(Carta ao Bispo de Santa Maria, D. Miguel de Lima Valverde, datada de 11 de janeiro de 1916). Pe. Manuel refere-se ao contexto histórico da Revolução de 1923.
Enio Felipin e Teresinha Derosso, em recente publicação, descrevem esse cenário com detalhes: "O Rio Grande do Sul viu seu chão, manchado pelo sangue de homens, tombados pela cruel Revolução de 1893, que teve como marca a degola, dilacerando vidas e trazendo desgraça e tristeza para muitas famílias. Essa Revolução deixou sentimentos de vingança e violência em muitos corações, que teve quase continuidade na Revolução de 1923, ocorrendo nesta, muito banditismo misturado às causas do combate. Homens violentos e vingativos, sem seleção alguma, integravam os corpos provisórios da infantaria, espalhando a morte e o terror por onde passavam... A região norte do Estado, o Alto Uruguai, foi a primeira a sofrer pela revolução, por anos de sangue, saques e baixas vinganças. As cidades de Passo Fundo e Palmeira das Missões foram atacadas pelos caudilhos Mena Barreto e Leonel da Rocha. O general Fermino de Paula defendeu Passo Fundo e o general Valzumiro Dutra defendeu Palmeira. Eram maragatos e chimangos promovendo cenas de sangue, fazendo o povo sofrer muito. Até o padre Manuel Roda, pároco de Palmeira, sofreu perseguições pelos revolucionários, retirando-se para a Argentina" (DEROSSO, Teresinha e FELIPIN, Enio. Mártires da Fé: Pe. Manuel Gómez Gonzalez e Coroinha Adílio Daronch.Gráfica e Editora Pluma, 2003, pp. 22-23)
Em 1924, devido à vacância da Paróquia de Palmeira das Missões, o Bispo de Santa Maria, determinou ao Pe. Manuel para atender os cristãos do sertão do Alto Uruguai. Lá foi ele com a missão de batizar, celebrar casamentos e primeiras comunhões, e catequizar o povo daquela vasta região, mas sabendo do perigo que devia enfrentar. Noutra carta expressa sua angústia: "Devido ao meu estado de saúde, a anormalidade deste município e não havendo garantias de vida, por estar toda esta zona desde Nonohay até Palmeira em poder dos revolucionários... e temendo ser agredido na estrada... ou ficar de a pé, suplico a Vossa Excelência Reverendíssima, humildemente me dispense deste cargo ao menos enquanto durar este estado anormal..."(Carta ao Bispo de Santa Maria, datada há 08 de agosto de 1923). Encorajado pela fé pôs-se à missão.
 
Foi a caminho dessa missão e numa perseguição pelas comunidades de colonos, próximo de Três Passos, distante 250km de Nonoai, sua paróquia, que Pe. Manuel e seu coroinha Adílio caíram numa emboscada armada por soldados provisórios. Foram amarrados, maltratados... Tudo terminou com dois tiros no sacerdote e três tiros no menino de 15 anos. Era dia 21 de maio de 1924. Foram sepultados no mesmo cemitério que iriam abençoar.
Manuel, homem de fé, com bondade e paciência, soube exercer seu trabalho pastoral. Reativou o apostolado, realizou um fecundo trabalho com as crianças, abrindo uma escola gratuita. De espírito humanitário trabalhou pelo bem da cidade e do seu povo: constrói uma olaria, hotel e, com a ajuda da comunidade, construiu casas para os sem-teto de Nonoai. De preocupação inovadora, introduziu o cultivo de novos produtos junto aos agricultores de sua região. Incansável propagador da paz fez ecoar sua voz por todos os cantos: "Peço a Deus que isto que se está dando em nosso Estado cesse quanto antes e venha uma paz para ambos os partidos".(Carta ao Bispo de Santa Maria, D. Atico Eusébio da Rocha, datada de 18 de julho de 1923).
Adílio, testemunho leigo, deixou-se seduzir pelo Senhor e colocou-se a serviço de seu Altar redentor. Vítima inocente de uma época de violências mostrou sua coragem e sua fé. Um exemplo de zeloso cuidado com as coisas de Deus. Nele nossos adolescentes e jovens devem buscar a inspiração para seus ideais.
E, por fim, poderíamos dizer que "destruíram os corpos, mas continua a seiva viva do testemunho a correr nas pessoas que conheceram e que crêem no projeto dos dois ‘mártires’".
São testemunhos assim que atraem milhares de romeiros e romeiras devotos todos os anos ao Santuário Nossa Senhora da Luz e dos Servos de Deus Pe. Manuel e Coroinha Adílio, em especial, por ocasião da Romaria no terceiro domingo de maio.
 Fama de santidade
Desde a divulgação dos crimes foram chamados de mártires pelo povo. Todo dia de finados era rezada missa pelos mártires, com presença cada vez maior de peregrinos.
Em março de 1964, por determinação do Bispo Diocesano de Frederico Westphalen, Dom João Hoffmann (in memoriam), os restos mortais do Padre Manuel Gómez González e do Coroinha Adílio Daronch foram exumados e colocados em duas caixas de madeira.
No dia 03 de março de 1964, tendo a frente Dom João Hoffmann, iniciou-se longa e solene peregrinação com os restos mortais dos dois mártires por Paróquias e Capelas inscritas num roteiro.
No final de maio daquele ano as preciosas relíquias entravam solenemente na cidade de Nonoai. A recepção dos despojos do antigo Vigário e do seu fiel Coroinha ocorreu por autoridades Eclesiais, Civis e uma multidão de fiéis. Ao meio dia, foram colocados no Mausoléu ao lado da Igreja Matriz Nossa Senhora da Luz.
No dia 21 de outubro de 2007, na Sede da Diocese, na cidade de Frederico Westphalen (RS) os mártires Pe. Manuel e Adílio foram beatificados, diante de mais de 40.000 pessoas.
Hoje, as relíquias dos mártires repousam no altar do santuário de Nonoai. Anualmente é  celebrada a Romaria Penitencial ao Santuário Nossa Senhora da Luz, em Nonoai - RS.
 
Oração
para a canonização
 
"Ó Deus de bondade, que vos comprazeis em acudir as
necessidades de vosso povo em atenção aos méritos dos justos,
concedei-nos, por intermédio de vossos servos, Pe. Manuel e Adílio,
a graça que vos pedimos, pois eles foram fiéis na terra, testemunhando com o próprio sangue sua fé no Redentor.
Fazei que, para vossa maior glória e proveito dos fiéis,
sejam glorificados na terra com as honras da Canonização.
Por Cristo Senhor Nosso. Amém."
 
 Informações
Dia da memória litúrgica: 21 de maio
Restos Mortais dos mártires: no altar do Santuário N. S. da Luz, em Nonoai, RS.
Para comunicar graças alcançadas sobre os mártires e maiores informações:
Paróquia e Santuário Nossa Senhora da Luz
Av. Rocha Loires, 340 – Caixa Postal, 22
99.600-000 – NONOAI – RS
Fone: (54)362-1284/362-2516


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