Artigo da semana de Dom Rossi Keller: A vocação, dom da misericórdia divina.

A vocação, dom da misericórdia divina

 

Deus chama o ser humano, por amor, um a um: ninguém é um ser anónimo diante do Senhor, porque Ele conhece a história de cada um e deseja confiar a cada um uma missão, um serviço de amor na Igreja. À missão confiada por Deus a cada pessoa e aceite livremente por ela chamamos vocação pessoal.

A todas recordamos em cada dia, mas hoje chamamos a primeiro plano das nossas preocupações, as vocações sacerdotais.

A vocação é um Dom de Deus. «É em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, que vós crucificastes e Deus ressuscitou dos mortos, é por Ele que este homem se encontra perfeitamente curado na vossa presença.»

O mesmo amor com que Deus chama pessoa á vida terrena, para, depois desta vida, se sentar á Sua mesa para sempre no Céu, chama cada um para desempenhar uma missão na terra. A Igreja é uma comunhão de verdade e de amor, em que todos estamos a serviço de todos.

Jesus olhou para o jovem rico que lhe perguntava o que devia fazer para alcançar a vida eterna e amou-o (Mc 10, 21).

Cada vocação pode entender-se como um serviço por amor a Jesus Cristo, presente em cada pessoa. Os pais servem os filhos e iniciam-nos nesta missão de serviço.

O modo mais visível em que se nota este encontrar-se de serviço é a família e o trabalho profissional.

Deus chama cada pessoa a servir por amor: os pais, na família, o sacerdote, pelo seu ministério, e os que recebem a vocação religiosa ou se dedicam ao Senhor no mundo, servem dando testemunho da vida das bem aventuranças.

Pela vocação bem vivida começamos já embrionariamente a viver a comunhão que nos espera no Céu. Toda a vocação desabrocha num clima de enamoramento à semelhança do que acontece no namoro: quando as pessoas estão verdadeiramente enamoradas, decidem-se a viver em comunhão, abençoadas pela Igreja. Para conhecer o que Deus quer de cada um de nós, temos de nos enamorar de verdade por Ele. O processo de discernimento vocacional não é um trabalho exclusivamente de inteligência, mas também de coração.

A vocação é também um Dom concedido por Cristo à Igreja. «Jesus é a pedra que vós, os construtores, desprezastes e que veio tornar-se pedra angular.»

Jesus Cristo fundou a Igreja como um organismo vivo, uma construção de que Ele é a pedra angular, a garantia da sua segurança.

A Igreja é como o corpo humano, no qual há funções diversificadas, cada um dos órgãos está ao serviço dos outros, colaborando ativamente numa causa comum.

Rezemos neste Domingo pelas vocações de especial consagração. Rezemos especialmente por nossos padres, seminaristas e vocacionados, para que Deus nos conceda muitas e boas vocações.

A vocação, dom da misericórdia divina

 

Deus chama o ser humano, por amor, um a um: ninguém é um ser anónimo diante do Senhor, porque Ele conhece a história de cada um e deseja confiar a cada um uma missão, um serviço de amor na Igreja. À missão confiada por Deus a cada pessoa e aceite livremente por ela chamamos vocação pessoal.

A todas recordamos em cada dia, mas hoje chamamos a primeiro plano das nossas preocupações, as vocações sacerdotais.

A vocação é um Dom de Deus. «É em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, que vós crucificastes e Deus ressuscitou dos mortos, é por Ele que este homem se encontra perfeitamente curado na vossa presença.»

O mesmo amor com que Deus chama pessoa á vida terrena, para, depois desta vida, se sentar á Sua mesa para sempre no Céu, chama cada um para desempenhar uma missão na terra. A Igreja é uma comunhão de verdade e de amor, em que todos estamos a serviço de todos.

Jesus olhou para o jovem rico que lhe perguntava o que devia fazer para alcançar a vida eterna e amou-o (Mc 10, 21).

Cada vocação pode entender-se como um serviço por amor a Jesus Cristo, presente em cada pessoa. Os pais servem os filhos e iniciam-nos nesta missão de serviço.

O modo mais visível em que se nota este encontrar-se de serviço é a família e o trabalho profissional.

Deus chama cada pessoa a servir por amor: os pais, na família, o sacerdote, pelo seu ministério, e os que recebem a vocação religiosa ou se dedicam ao Senhor no mundo, servem dando testemunho da vida das bem aventuranças.

Pela vocação bem vivida começamos já embrionariamente a viver a comunhão que nos espera no Céu. Toda a vocação desabrocha num clima de enamoramento à semelhança do que acontece no namoro: quando as pessoas estão verdadeiramente enamoradas, decidem-se a viver em comunhão, abençoadas pela Igreja. Para conhecer o que Deus quer de cada um de nós, temos de nos enamorar de verdade por Ele. O processo de discernimento vocacional não é um trabalho exclusivamente de inteligência, mas também de coração.

A vocação é também um Dom concedido por Cristo à Igreja. «Jesus é a pedra que vós, os construtores, desprezastes e que veio tornar-se pedra angular.»

Jesus Cristo fundou a Igreja como um organismo vivo, uma construção de que Ele é a pedra angular, a garantia da sua segurança.

A Igreja é como o corpo humano, no qual há funções diversificadas, cada um dos órgãos está ao serviço dos outros, colaborando ativamente numa causa comum.

Rezemos neste Domingo pelas vocações de especial consagração. Rezemos especialmente por nossos padres, seminaristas e vocacionados, para que Deus nos conceda muitas e boas vocações.



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